Avisos à Navegação
Avisos Navegação
A Direção de Operações Portuárias e Segurança da Administração dos Portos do Douro, Leixões e Viana do Castelo, nos termos do Regulamento de Exploração e Utilização da Via Navegável do Douro (REUVND), publicado em Diário da República, 2.ª série de 16 de agosto de 2019, torna público o seguinte:
- ABERTURA PARCIAL DA NAVEGAÇÃO -
Atendendo ao Comunicado hidrológico n.º 6/2026 do Centro de Previsão e Prevenção de Cheias do Douro (Aviso n.º 22/2026 de 14 de fevereiro), com redução para aviso de alerta Laranja para toda a VND, tem-se verificado nas últimas 24 horas e um desagravamento das condições hidrológicas, principalmente na zona do estuário, como também da previsão favorável das condições meteorológicas nos próximos dias, devidamente anunciadas pelos diversos agentes de proteção civil, pelo que serão implementadas as seguintes medidas, com a abertura parcial da navegação (restrita a alguns troços da VND), com as seguintes restrições e condicionamentos na VND, no âmbito do Plano de Segurança da VND, designadamente:
- Interdição da navegação a 5 km das barragens;
- Navegação noturna;
- Interdição da navegação a todas as embarcações com menos de 20 metros de comprimento, salvo casos excecionais devidamente justificados;
- Interdição de práticas náuticas desportivas (natação, remo, canoagem, SUP, kitesurf, wing foiling, etc), e outras atividades equiparadas ou conexas;
- Na albufeira do Carrapatelo, aplicam-se ainda as seguintes medidas: Interdição de toda a navegação entre Bitetos e a barragem do Carrapatelo;
- Na albufeira da Régua, aplicam-se ainda as seguintes medidas:
- Apenas existem condições de navegação, no troço compreendido entre o km 110 e o km 125, devendo todos os navegantes, efetuarem uma verificação prévia das condições do estado do rio, atendendo à diversa falta de sinalização e muito material flutuante. A navegação a efetuar, só poderá ocorrer se a embarcação estiver munida dos seguintes equipamentos de ajudas à navegação: AIS, ECDIS (ou similar com carta náutica), GPS, VHF e sonda, para além dos necessários meios de salvação em conformidade;
- Observar as restrições e condicionamentos no aviso n.º 21 /2026.
Os condicionamentos/interdições, são aplicáveis a toda a VND, salvo exceções por manifesta necessidade no âmbito de segurança/emergência, e com prévia autorização do Centro de Controlo da Navegação da VND (Centro RIS Douro), por via dos canais de comunicação habituais.
Segue a listagem das infraestruturas portuárias (cais principais) que já ficaram/ou se encontram inundadas em alerta Laranja, e outras infraestruturas mais vulneráveis que poderão inundar, caso haja um agravamento significativo nas condições hidrológicas da VND:
Via Navegável do Douro | Terminal portuário | Alerta Laranja de Cheias |
Albufeira do Pocinho | Cais de Barca D’Alva | x |
Albufeira da Valeira | Foz do Sabor | x |
Albufeira da Régua | cais do Tua | x |
| cais da foz do Tua | x | |
Albufeira do Carrapatelo | cais da Junqueira | x |
| cais da Régua | x | |
| porto comercial de Lamego | x | |
| cais da Rede | x | |
| cais de Porto de Rei | x | |
Albufeira de Crestuma | cais de Bitetos | x |
| cais de Escamarão | x | |
| cais do Castelo | x |
No estuário, todas as infraestruturas portuárias, são fortemente condicionadas com os caudais lançados da barragem de Crestuma-Lever (volumes superiores a 5000 m3/s), aliado a outros afluentes e ribeiros, conjugado com os períodos de preia-mar (especialmente em períodos de marés vivas).
O cais de Sabrosa e o cais da Ferradosa, encontram-se interditos, conforme anunciado pelos Aviso à Navegação n.º 16, 17 e 21 de 2026, devendo ser cumpridas todas as indicações e recomendações referidas, para além das indicadas pela proteção civil local.
Os valores médios lançados nos diversos aproveitamentos hidroelétricos da VND, podem ser consultados na página da APDL Douro, através do seguinte link: Aproveitamentos Hidroelétricos
Reitera-se ainda, para os cuidados e observações, conforme já anunciado em Avisos anteriores:
- A extrema necessidade e cuidado na navegação, tendo em conta a existência de alguns objetos flutuantes em suspensão e à menor visibilidade dos mesmos, assim como dos caudais elevados que se continuam a verificar (nas Barragens do Douro, Afluentes do Douro, ribeiros entre outros);
- A necessidade de uma vigilância ativa no que concerne às embarcações acostadas, o respetivo reforço nas amarrações e qualquer eventual retirada/limpeza das áreas, deverá ser precedida com os devidos cuidados inerentes (com a previsão de continuação de precipitação elevada, agitação marítima e vento nos próximos dias);
- O assinalamento marítimo da VND, já apresenta diversas falhas, com a eventual deslocação de boias da sua posição, situação que se encontra em permanente atualização, conforme poderá ser consultado no site da APDL em Avisos à Navegação (Assinalamento marítimo - Falhas na sinalização): Avisos à Navegação; Assim toda a navegação deverá ser feita necessariamente com os seguintes equipamentos de ajudas à navegação: AIS, ECDIS (ou similar com carta náutica), GPS, VHF e sonda.
- As operações de embarque e desembarque, deverão ser realizados com as melhores práticas de segurança, devendo limitar o número de pessoas nos acessos aos embarcadouros (passarelas, portalós e pranchas).
- De acordo com o REUVND, qualquer anomalia verificada no canal de navegação deverá ser imediatamente comunicada ao Centro RIS Douro.
A navegação fica condicionada à manutenção das condições hidrológicas e previsões meteorológicas, hidrológicas e de caudais, podendo ser implementadas novas medidas, caso a situação se agrave consideravelmente.
Esta abertura parcial da navegação, implica necessariamente, que todos os Armadores, Operadores e navegantes, façam uma prévia avaliação concreta das condições hidrológicas e meteorológicas, antes de qualquer escala/programa, bem como verificar os diversos comunicados e avisos dos diversos agentes de proteção civil.
Será realizada nova avaliação, em função dos comunicados da ANEPC, da APA, do IPMA e do Centro de Previsão de Prevenção da Capitania do Porto do Douro, assim que forem disponibilizados.
Este aviso revoga o Aviso n.º 22 /2026.
(AN assinado no original)
A Direção de Operações Portuárias e Segurança da Administração dos Portos do Douro, Leixões e Viana do Castelo, nos termos do Regulamento de Exploração e Utilização da Via Navegável do Douro (REUVND), publicado em Diário da República, 2.ª série de 16 de agosto de 2019, torna público o seguinte:
Assunto: Situação Hidrológica no Rio Douro - (Desagravamento- Redução para Aviso laranja em todas as albufeiras da VND)
Período: Das 16h00 de 14FEV2026
Local: Toda a extensão da VND
Transcreve-se a comunicação recebida do Centro de Previsão e Prevenção de cheias do Douro (Comunicado n.° 6/2026):
NÍVEL DE ALERTA
a) Tendo em consideração os atuais caudais lançados pelas barragens do rio Douro e afluentes, conjugado com a continuidade da pluviosidade e da elevada saturação dos solos, recomenda-se a todos os Agentes de Proteção Civil que atuem nos pontos mais vulneráveis a inundações, antecipando um aumento considerável da cota do rio Douro.
b) O CPPC-D continuará a garantir, em coordenação com os diversos agentes de proteção civil, a análise e acompanhamento do estuário e albufeiras do rio Douro
c) Face às previsões meteorológicas e hidrológicas, é promulgado o nível de alerta de cheias, conforme a seguir indicado:
ALBUFEIRA | NÍVEL DE ALERTA DE CHEIAS |
|---|---|
Estuário | AVISO LARANJA (CHEIA PROVÁVEL) |
Crestuma | AVISO LARANJA (CHEIA PROVÁVEL) |
Carrapatelo | AVISO LARANJA (CHEIA PROVÁVEL) |
| Régua | AVISO LARANJA (CHEIA PROVÁVEL) |
| Valeira | AVISO LARANJA (CHEIA PROVÁVEL) |
| Pocinho | AVISO LARANJA (CHEIA PROVÁVEL) |
A precipitação prevista, conjugada com a elevada percentagem de água no solo, continuará a potenciar o acréscimo de afluências às barragens de Crestuma, Carrapatelo, Bagaúste, Valeira e Pocinho, bem como a manutenção dos atuais dos caudais lançados.
Para o estuário do Douro, prestar especial atenção aos períodos de enchente até à preia-mar, que coincidindo com caudais efluentes mais elevados da barragem Crestuma-Lever (superiores a 5000 m3/s), poderão originar um aumento significativo das cotas em todo o estuário.
Primar por uma postura de segurança e de precaução ativa.
Para mais informações, consultar o aludido Comunicado Hidrológico nº 06/2026
O presente aviso revoga o aviso à navegação n.º 23/2026
(AN ASSINADO NO ORIGINAL)
A Direção de Operações Portuárias e Segurança da Administração dos Portos do Douro, Leixões e Viana do Castelo, nos termos do Regulamento de Exploração e Utilização da Via Navegável do Douro (REUVND), publicado em Diário da República, 2.ª série de 16 de agosto de 2019, torna público o seguinte:
Assunto: Assinalamento marítimo: Falhas na sinalização (Atualização)
Período: De: 06FEV2026 até N/A
Local: Toda a extensão da VND
Serve o presente aviso à navegação, para atualizar as falhas registadas até ao momento, na sinalização da VND:
Estuário:
Boia verde 1E (km 0,6)
Boia verde 3E (km 1,5)
Boia verde 13E (km 5)
Boia vermelha 14E (km 5,5)
Boia vermelha 16E (km 5,5)
Boia verde 25E (km 8)
Boia verde 39E (km 10)
Boia verde 49E (km 12)
Boia vermelha 52E (km 11,7)
Boia verde 65E (km 14,5)
Boia vermelha 72E (km 15,5)
Boia vermelha 84E (km 17,8)
Boia verde 91E (km 18,5)
Albufeira do Carrapatelo:
Boia vermelha 46 (km 100,5)
Boia verde 207 (km 100,5)
Boia verde 237C (km 101)
Albufeira da Régua:
Boia verde 13 (km 132)
Boia vermelha 38 (km138)
Albufeira do Pocinho:
Boia verde n.º 131P (km 207,2)
De acordo com o REUVND, qualquer anomalia verificada no canal de navegação deverá ser imediatamente comunicada ao Centro de Controlo da Navegação da VND (Centro RIS Douro).
O presente aviso revoga o aviso à navegação n.º 18/2026
(AN assinado no original)
A Direção de Operações Portuárias e Segurança da Administração dos Portos do Douro, Leixões e Viana do Castelo, nos termos do Regulamento de Exploração e Utilização da Via Navegável do Douro (REUVND), publicado em Diário da República, 2.ª série de 16 de agosto de 2019, torna público o seguinte:
- - INTERDIÇÃO DA NAVEGAÇÃO NA VND –
Desde o Aviso à Navegação n.º 14/2026 (emitido em 27JAN2026) e o n.º 19/2026 (emitido em 2FEV2026), no âmbito da ativação do alerta Laranja de cheias em toda a VND, emitido pelo Centro de Previsão e Prevenção de cheias no Douro, tem-se vindo a verificar um agravamento nas condições hidrológicas na VND, principalmente nas últimas 12 horas, sendo que se registam os seguintes lançados na última média horária (17h):
- Pocinho: 2.444 m3/s
- Valeira: 2.671 m3/s
- Régua: 3.655 m3/s
- Torrão: 1.192 m3/s
- Carrapatelo: 4.286 m3/s
- Crestuma-Lever: 5.977 m3/s
Assim, e comparando com o mesmo registo no dia de ontem (4.2.2026), verifica-se um agravamento na ordem dos 20 % nos caudais lançados nos referidos aproveitamentos, tendo inclusive, na última preia-mar de hoje às 17h20, alagado o cais de Gaia, cais da Cruz e alguns embarcadouros do cais da Ribeira.
Deste modo, tendo em consideração o agravamento registado, considera-se não existirem condições de segurança marítima para a navegação, pelo que fica interdita toda a navegação na VND.
A interdição da navegação é aplicável a toda a VND, salvo exceções por manifesta necessidade no âmbito de segurança/emergência, e com prévia autorização do Centro de Controlo da Navegação da VND (Centro RIS Douro), por via dos canais de comunicação habituais.
Os valores médios lançados nos diversos aproveitamentos hidroelétricos da VND, podem ser consultados na página da APDL Douro, através do seguinte link: Aproveitamentos Hidroelétricos
Reitera-se ainda, para os cuidados e observações, conforme já anunciado em Avisos anteriores:
- A existência de muitos objetos flutuantes em suspensão e à menor visibilidade dos mesmos, assim como dos caudais elevados que se continuam a verificar (nas Barragens do Douro, Afluentes do Douro, ribeiros entre outros);
- As embarcações que se encontram atracadas em cais vulneráveis às cheias, os seus proprietários / armadores, devem efetuar uma monitorização continua na eventual subida do rio, assim como proceder à sua melhor amarração;
- A necessidade de uma vigilância ativa no que concerne às embarcações acostadas, o respetivo reforço nas amarrações e qualquer eventual retirada/limpeza das áreas, deverá ser precedida com os devidos cuidados inerentes (com a previsão de continuação de precipitação elevada, agitação marítima e vento nos próximos dias);
- O assinalamento marítimo da VND, poderá apresentar diversas falhas, com a eventual deslocação de boias da sua posição, situação que se encontra em permanente atualização, conforme poderá ser consultado no site da APDL em Avisos à Navegação (Assinalamento marítimo - Falhas na sinalização): Avisos à Navegação;
- De acordo com o REUVND, qualquer anomalia verificada no canal de navegação deverá ser imediatamente comunicada ao Centro RIS Douro.
Oportunamente será realizada nova avaliação, em função dos comunicados da diversas entidades da ANEPC e suas estruturas regionais/locais, do IPMA e do Centro de Previsão de Prevenção da Capitania do Porto do Douro, assim que forem disponibilizados.
(AN assinado no original)
DownloadA Direção de Operações Portuárias e Segurança da Administração dos Portos do Douro, Leixões e Viana do Castelo, nos termos do Regulamento de Exploração e Utilização da Via Navegável do Douro (REUVND), publicado em Diário da República, 2.ª série de 16 de agosto de 2019, torna público o seguinte:
Assunto: Cais de Sabrosa : Interdição (atualização)
Período: A partir de 5/02/2026
Local: Albufeira da Régua – km 124 da VND
Em complemento ao Aviso à navegação n.º 16/2026, tem-se vindo a verificar nos últimos dias, um agravamento do estado das fissuras na estrada/pavimento, que poderão, vir a comprometer a infraestrutura portuária do cais de Sabrosa.
Deste modo, e de forma a garantir a máxima segurança na navegação local, fica interdita toda a navegação no corredor de acesso entre a VND e a fluvina do Pinhão (entradas / saídas de embarcações).
Ficam igualmente interditos, a atracação de embarcações nos dois embarcadouros que se situam entre a rampa de Varar do Pinhão e a ponte pedonal do Pinhão-Sabrosa.
(AN assinado no original)
DownloadAlertas
Atentas as atuais previsões meteorológicas e hidrológicas, é promulgado o seguinte nível de alerta de cheias:
ALBUFEIRA NÍVEL DE ALERTA DE CHEIAS
ESTUÁRIO AVISO
CRESTUMA CM AVISO
CARRAPATELO CL AVISO
BAGAÚSTE AVISO
VALEIRA VR AVISO
POCINHO PN AVISO
O CPPC-D assegura a análise e acompanhamento contínuo do estuário e restantes albufeiras, relativamente à alteração do nível e alerta de cheias.
O presente comunicado tem por objetivo fomentar uma política de cada vez maior proximidade com todos os atores com responsabilidade em matéria de Proteção Civil. Pretende-se, assim, antecipar medidas tendentes a mitigar danos pessoais e materiais, sempre que as condições meteorológicas sofram um agravamento considerado de “risco” para as populações ou infraestruturas implantadas em Domínio Público Hídrico ou na sua proximidade
A previsão meteorológica do IPMA, com base nos dados disponíveis, aponta para um agravamento da agitação marítima, prevendo-se:
AVISO PERÍODO ESTADO DO MAR
AMARELO 24JAN (15:00)
-
24JAN (21:00) Ondas de noroeste com 3,5 a 4,5 metros, com período de pico até 17 segundos.
Barra do Porto do Douro FECHADA a toda a navegação desde as 15:15 de 21JAN24 (situação em monitorização permanente, podendo ser alterada).
Assim, a Autoridade Marítima reforça a recomendação, em especial à comunidade piscatória e da náutica de recreio que se encontra no mar, para o eventual regresso ao porto de abrigo mais próximo e a adoção de medidas de precaução, de acordo com as recomendações das capitanias dos portos, evitando sair para o mar até que as condições melhorem.
À população em geral, que habitualmente frequenta as zonas costeiras ao longo de toda a faixa litoral oeste do Continente, aconselha-se que se abstenham da prática de passeios junto à costa e nas praias, bem como a prática de atividades lúdicas nas zonas expostas à agitação marítima, sendo essencial que assumam uma postura preventiva não se expondo desnecessariamente ao risco.
Aconselha-se muito particularmente os pescadores lúdicos de pesca à cana para que assumam extrema cautela, evitando pescar junto a falésias, arribas e zonas rochosas nas frentes costeiras atingidas pela rebentação das ondas, tendo sempre presente que nestas condições extremas o mar pode facilmente alcançar zonas aparentemente seguras.
ALBUFEIRA NÍVEL DE ALERTA DE CHEIAS
ESTUÁRIO AVISO
CRESTUMA CM AVISO
CARRAPATELO CL AVISO
BAGAÚSTE AVISO
VALEIRA VR AVISO
POCINHO PN AVISO
CPPC-D em análise e acompanhamento contínuo do estuário e restantes albufeiras, relativamente ao elevar do nível e alerta de cheias,
O presente comunicado tem por objetivo fomentar uma política de cada vez maior proximidade com todos os atores com responsabilidade em matéria de Proteção Civil. Pretende-se, assim, antecipar medidas tendentes a mitigar danos pessoais e materiais, sempre que as condições meteorológicas sofram um agravamento considerado de “risco” para as populações ou infraestruturas implantadas em Domínio Público Hídrico ou na sua proximidade.
Assim, a Autoridade Marítima reforça a recomendação, em especial à comunidade piscatória e da náutica de recreio que se encontra no mar, para o eventual regresso ao porto de abrigo mais próximo e a adoção de medidas de precaução, de acordo com as recomendações das capitanias dos portos, evitando sair para o mar até que as condições melhorem.
À população em geral, que habitualmente frequenta as zonas costeiras ao longo de toda a faixa litoral oeste do Continente, aconselha-se que se abstenham da prática de passeios junto à costa e nas praias, bem como a prática de atividades lúdicas nas zonas expostas à agitação marítima, sendo essencial que assumam uma postura preventiva não se expondo desnecessariamente ao risco.
Aconselha-se muito particularmente os pescadores lúdicos de pesca à cana para que assumam extrema cautela, evitando pescar junto a falésias, arribas e zonas rochosas nas frentes costeiras atingidas pela rebentação das ondas, tendo sempre presente que nestas condições extremas o mar pode facilmente alcançar zonas aparentemente seguras.
O presente comunicado tem por objetivo fomentar uma política de cada vez maior proximidade com todos os atores com responsabilidade em matéria de Proteção Civil. Pretende-se, assim, antecipar medidas tendentes a mitigar danos pessoais e materiais, sempre que as condições meteorológicas sofram um agravamento considerado de “risco” para as populações ou infraestruturas implantadas em Domínio Público Marítimo ou na sua proximidade.
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