APDL marcou presença no “Dia Aberto eFTI e a digitalização do Transporte de Mercadorias” promovido pelo IMT
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A APDL marcou presença no “Dia Aberto eFTI e a digitalização do Transporte de Mercadorias”, promovido pelo IMT – Instituto da Mobilidade e dos Transportes, no âmbito do projeto europeu eFTI4EU, que decorreu no passado dia 13 de maio, no Auditório do LNEC, em Lisboa.

participação da APDL foi assegurada pelo Eng.º Hugo Bastos, Diretor de Sistemas de Informação, que integrou a mesa-redonda dedicada ao tema “Estado da Arte da Digitalização no Setor Marítimo-Portuário em Portugal”, onde partilhou a experiência e visão da APDL sobre os desafios e oportunidades associados à transformação digital no contexto logístico e portuário.

O evento afirmou-se como um dos principais fóruns nacionais dedicados à digitalização do transporte de mercadorias, reunindo cerca de 200 participantes, em representação de mais de 50 entidades, entre especialistas nacionais e internacionais, decisores públicos e representantes do setor.

Num momento em que a digitalização do transporte de mercadorias assume um papel determinante na competitividade e sustentabilidade do setor, foram debatidos os principais avanços e desafios da implementação do Regulamento europeu eFTI (UE 2020/1056), bem como o seu impacto no contexto nacional e europeu.

Entre os temas em destaque estiveram a digitalização do transporte de mercadorias na União Europeia, o eFTI como motor da transformação digital, a implementação em Portugal e Espanha, demonstrações práticas de sistemas europeus, bem como os desafios da digitalização na perspetiva das empresas e o estado da arte no setor marítimo-portuário.

Neste contexto, foi sublinhada a importância da articulação entre o regulamento eFTI e os sistemas já implementados no setor portuário, nomeadamente a Janela Única Logística (JUL) e o SINTEM, reforçando a necessidade de assegurar a interoperabilidade entre plataformas e a continuidade dos fluxos de informação entre os diferentes modos de transporte.

A iniciativa reforçou a relevância da cooperação entre entidades públicas e privadas na promoção de cadeias logísticas mais eficientes, digitais e resilientes, contribuindo para a competitividade do sistema portuário e logístico nacional no contexto europeu.